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Monstro do Lago Ness

Para divulgar o filme Meu Monstro de Animação, que basicamente á uma alegoria sobre o monstro do Lago Ness, foi feita uma ação na baía de Tóquio pela Sony: foi criado um 'monstro do lago Ness' de 15 metros usando uma combinação perfeita com cortinas de água e efeitos especiais.

Releituras de Obras Clássicas

Achei genial essas imagens!







































The Police Live in Rio - Message In A Bottle

Eu estava presente e posso dizer: assistir na TV não reproduz 1% do que foi esse show.
Som e iluminação perfeitos, ótima organização e pontualidade, tudo cooperou pra que esses gênios fizessem uma apresentação de gala.
Destaque para a impressionante precisão e timbre da voz de Sting, além do virtuosismo e criatividade da bateria de Copeland...
Simplesmente um show que vou guardar pro resto da vida!

OH, FUCK!


Via: Blue Bus

Enjoy Capitalism


Essa já é velha... mas continua sendo boa...

Capitalismo americano:
Você tem duas vacas.Vende uma.Força a outra a produzir o leite de quatro vacas.Fica surpreendido quando ela morre.
Capitalismo japonês:
Você tem duas vacas.Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam vinte vezes mais leite.Cria desenhos de vaquinhas chamados VAQUIMON e vende-os para o mundo inteiro.
Capitalismo inglês:
Você tem duas vacas.Ambas são loucas.
Capitalismo holandês:
Você tem duas vacas.Elas vivem juntas em União de Facto, não gostam de bois e estão no seu direito.
Capitalismo alemão:
Você tem duas vacas.Elas produzem leite regularmente segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecidos, de forma precisa e lucrativa.Porém, o que você queria mesmo era criar porcos.
Capitalismo russo:
Você tem duas vacas.Conta-as e vê que tem cinco.Conta de novo e vê que tem quarenta e duas.Torna a contar e verifica que afinal só tem doze.Pára de contar e abre outra garrafa de vodka.
Capitalismo suiço:
Você tem quinhentas vacas mas nenhuma é sua.Cobra uma comissão para tomar conta delas.
Capitalismo espanhol:
Você tem duas vacas.Tem muito orgulho nelas.
Capitalismo indiano:
Você tem duas vacas.Ai de quem tocar nelas...
Capitalismo brasileiro:
Você tem duas vacas.Uma delas é roubada por alguém - até hoje não se sabe quem.O Governo cria o IVVA - Imposto de Valor de Vaca Acrescentado.É multado por um fiscal porque, embora você tenha pago o IVVA, o valor de cálculo era o número presumido de vacas e não o número real.O Ministério das Finanças através de dados presumidos do seu consumo de leite, leite, sapatos de couro e botões presume que você tem duzentas vacas.Para se livrar, oferece a vaca que lhe resta ao fiscal para que ele feche os olhos e dê um jeitinho...

GOOD Magazine: Business of Death

Eis um exemplo de como um assunto bizarro pode se tornar interessante, basta usar a linguagem e formatos adequados...

Death by Powerpoint


Death by PowerPoint


From: thecroaker, 4 months ago





Fighting death by PowerPoint... How to make a presentation and not to bore your audience to death.


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Carta aos leitores



Prezados internautas/amigos/blogueiros em geral,

Sim, é verdade, o MiaB tem estado ocioso nos últimos tempos. Poderia dar várias desculpas, como a falta de tempo decorrente da vida de pseudo-estudante universitário e profissional, mas o fato é que passamos por uma séria crise de bloqueio criativo que nos impediu de semear a discórdia com a habitual propriedade.
Entretanto, fica a certeza de que em breve novas garrafas chegarão à costa...

Saudações cordiais.

Equipe MiaB

War in Rio - O jogo

Em breve nas lojas... Genial!

http://jogowarinrio.blogspot.com/


Você é "Hands On"?

Aproveitando o tema "Vida Empresarial", segue abaixo um outro texto muito interessante... Quem tem por volta de 20 anos e já procurou trabalho sabe que é a mais pura verdade, hoje em dia temos distorções como "Estagiário com experiência", coisas do tipo...
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Você é "Hands On"?

Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico... Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno .. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação ..... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Você é um "Workaholic"?

Li esse texto no site to Uol e achei muito bom. Resume muitas idéias as quais minha curta experiência profissional já me ensinou...
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Quando o trabalho duro se torna um excesso

Phyllis Korkki
Especial para o New York Times

Pergunta: Você trabalha de 12 a 14 horas por dia no escritório e, muitas vezes, também durante os fins de semana e em casa. Algumas pessoas brincam, dizendo que você é um "workaholic" (termo em inglês para designar as pessoas viciadas em trabalho) e algumas, mais próximas, chegam a dizer que esse é um problema sério. Será que é mesmo? Como você poderia dizer se este padrão é normal ou se é um problema?

Resposta: É provável que você seja um workaholic caso sinta-se compelido a trabalhar apenas por trabalhar e sinta pânico, ansiedade ou seja tomado por uma sensação de perda quando não está trabalhando. O workaholic é "viciado em atividade incessante", afirma Diane M. Fassel, autora do livro "Working Ourselves to Death" (algo como "Trabalhar Propositalmente Até Morrer") e diretora-executiva da empresa Newmeasures, que faz pesquisas sobre satisfação dos funcionários. Esse comportamento persiste, mesmo que o trabalhador seja informado que isso faz mal a sua pessoa -e que pode ser prejudicial também à qualidade do trabalho, diz Fassel.

P.: O vício em trabalho é de fato uma doença, como o alcoolismo?
R.: As opiniões diferem quando se trata de determinar se tal comportamento prejudicial à saúde, quando comparado por exemplo ao uso abusivo de substâncias como o álcool e as drogas, pode ser considerado um vício real. Mas um número maior de profissionais de saúde mental atualmente considera o vício em trabalho um problema capaz de causar tanto danos mentais quanto físicos, afirma Bryan E. Robinson, psicoterapeuta em Asheville, na Carolina do Norte, e autor do livro "Chained to the Desk" (algo como "Acorrentado à Mesa de Trabalho"). Um problema é o fato de as pessoas serem elogiadas e recompensadas por trabalharem excessivamente. Isso quase nunca ocorre quando se trata dos vícios tradicionais, diz Fassel.

P.: Existem algumas pessoas mais propensas do que outras a serem viciadas em trabalho?
R.: A maioria dos workaholics ou é perfeccionista ou tem uma necessidade de controle ou então apresenta uma combinação destas duas características, afirma Gayle Porter, professor de administração da Escola de Negócios da Universidade Rutgers, em Camden, Nova Jersey, que estuda o problema do vício em trabalho. De acordo com Robinson, trabalhar muito arduamente pode também ser uma forma de escapar de um mau relacionamento ou de compensar por uma determinada ausência na vida pessoal.

P.: Quais são alguns dos perigos associados a trabalhar demais?
R.: Foi descoberto que o estresse que acompanha o trabalho excessivo leva ao uso abusivo de substâncias como álcool e drogas, desordens de sono, ansiedade e até mesmo a problemas físicos como doenças do coração, diz Fassel. Muitas vezes, uma consulta médica é o primeiro passo para a recuperação, diz ela.

P.: Qual é a diferença entre ser viciado em trabalho e trabalhar muito?
R.: A pessoa que não é workaholic sabe como estabelecer limites. Fassel disse: "Muitos de nós, em diversas fases das nossas vidas, têm que trabalhar durante longas horas, mas temos um regulador interno que diz 'Isso está indo longe demais'. Já o workaholic sente-se infeliz sem tal atividade constante", diz ela.

P.: Quais são os sinais de que uma pessoa é workaholic?
R.: Se várias pessoas próximas a você lhe dizem que sentem-se negligenciadas devido ao seu trabalho, você certamente deveria levar essas palavras a sério. E se a pessoa freqüentemente oculta dos seus familiares o fato de que está trabalhando -digamos, entrando furtivamente no quarto ao lado para dar uma espiada no seu BlackBerry-, ela pode ter um problema, diz Robinson.

P.: A tecnologia está tornando mais grave o fenômeno do vício em trabalho?
R.: Sem dúvida. Atualmente as pessoas são capazes de consultar os BlackBerrys nas calçadas ou restaurantes e conectar-se à Internet em suas casas durante as férias. Além de acreditarmos que a pessoa que fica mais tempo no escritório é o melhor funcionário, podemos também achar que o indivíduo que fica conectado à Internet 24 horas por dia, sete dias por semana, é o mais valioso, diz Porter.

P.: Os workaholics produzem mais do que as pessoas que trabalham menos horas?
R.: Muitas vezes, não. Isso porque, como perfeccionistas, eles podem se fixar em detalhes desimportantes de forma que sintam dificuldade de passar à próxima tarefa, diz Robinson.Ou, conforme explica Porter: "Eles não estão procurando maneiras de se tornarem mais eficientes; estão simplesmente buscando formas de sempre ter mais trabalho a fazer".Muitas companhias acham que se beneficiam das longas horas trabalhadas pelos workaholics, ainda que às custas do trabalhador, afirma Porter. Na verdade, diz ela, o vício em trabalho pode prejudicar tanto a empresa quanto o trabalhador.

P.: E como o vício em trabalho poderia prejudicar a companhia?
R.: Além de desencorajar a eficiência, ele pode gerar um estresse enorme entre os outros funcionários. Se o workaholic for um chefe, ele ou ela poderá esperar que os seus subordinados trabalhem muitas horas ou forçá-los a tentar atingir padrões impossíveis e, a seguir, se movimentar freneticamente para consertar as coisas quando o resultado disso tudo for qualificado como medíocre, diz Porter.A pessoa pode parecer ser um herói, surgindo para resolver uma crise após a outra, quando na verdade essas crises poderiam ter sido evitadas. Às vezes, o workaholic pode ter inconscientemente criado problemas a fim de gerar jornadas intermináveis de mais trabalho.

P.: Que passos a pessoa pode tomar para deixar de trabalhar tão arduamente?
R.: Esse comportamento pode ser muito difícil de se modificar, dizem os especialistas. "As pessoas passarão por uma espécie de síndrome de abstinência", diz Porter. Além do mais, um patrão pode ver a redução de horas trabalhadas pelo workaholic e a redução de acesso a este funcionário como uma queda de desempenho, opina Porter. Neste caso, pode ser necessário um pedido de uma nova função ou de uma transferência dentro da companhia, diz ela. É por isso que o auxílio profissional, ou pelo menos o apoio ativo de familiares e amigos, pode ser necessário para reverter essa tendência.

An Inconvenient Truth



Sempre fui meio cuidadoso em relação a movimentos ambientais. Isso porque, por mais louvável que estas ações sejam, sempre tenho a desconfiança que tais iniciativas possuem caráter pouco prático e que os partidários destas causas acabam sendo usados como massa de manobra para interesses de terceiros.
Mas esses dias, querendo tirar a limpo essa história, assisti ao premiado documentário do Al Gore e mudei um pouco meu conceito. Mudei meu conceito pois cheguei a conclusão que estava errado achando que ambientalismo tem de estar desvinculado de política. O fato é que a Ciência e Política isoladamente já não foram capazes de surtir algum resultado efetivo nessa questão. Quem sabe agora o correto seja unir as duas coisas através de uma campanha ampla e bem coordenada.

Bom, entrem no site e tirem suas conclusões. Eu achei válido divulgar aqui no MiaB.

"Political will is a renewable resource."

Anagrama

Os melhores protestos são os mais simples...





Vejam que vídeo singelo




DEMAIS!

Via: Chongas

Filmes do Curintia...




Em breve nos cinemas...


 

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